Depois de mais um banho e um cigarro, resolvi ligar para o número do cartão que se encontrava preso ao espelho em frente a minha cama. ( Me chamo Antonio, aquela voz grave estava gravada na memória. Queria ouvir novamente. ) Disquei pausadamente.
9*1*2*3*
No terceiro chamado a voz responde: Boa Noite ....
Fico muda, estática, nua sobre a cama, parecia que levara um choque. Diante do vácuo a voz torna a romper:
- Pronto? Justine ?
Diante do susto de ser pega em flagrante, derrubo a ligação, com o coração aos pulos. Para em seguida sorrir, feliz por ele também ter pensado em mim.
Outro susto, o celular toca e me tira do devaneio, era ele. Uma vez vi num filme que a mulher só deveria atender ao décimo toque. Mostrava persistência, uma qualidade que eu admiro num homem. 10º toque...
- Olá ... com um ar despretensioso.
- Justine, quero que você deixe a chave do seu apartamento na portaria do seu prédio, deixe com o porteiro. Estarei aí em 1hora, se não encontrar a chave, nosso contato se encerra por aqui. Até mais tarde. E desligou.
Que absurdo !
Que louco ! Que Sem noção !
Não posso crer !
....
Que voz !
Que beijo ! Que tesão !
Eu quero esse homem !
Meu coração se antes estava aos pulos, agora queria saltar fora de mim. Salto da cama desnorteada. Meu endereço. Ele não sabe meu endereço. Respiro aliviada. Foi uma pegadinha, pensei.
Em 15 minutos eu já tinha a resposta. Vesti meu quimono e desçi até a portaria com a cópia da chave dentro de um pequeno envelope vermelho.
- Seu Mário, meu primo está chegando à cidade, ele vai pegar esse envelope. Confira as informações desse cartão, entregando o cartão que Antonio lhe dera. Se ele quiser subir, pode permitir a entrada.
- Sim, Sra Justine. Boa Noite.
Seu olhar não escondeu a admiração. Meu quimono era de seda verde escuro, com brilhantes bordados japoneses, que envolvia meu corpo. Ruborizei e sorri pro Seu Mário, rodopiei e voltei correndo pelas escadas. Excitava do jeito que estava, esse exercício iria me acalmar.
- Coloquei uma música, peguei uma taça de vinho branco e deitei na cama. Imagens e fantasias vinham a minha cabeça. Resolvi pegar meu livro para acalmar a mente. A probabilidade de que minhas expectativas se realizassem era 1 em 1milhão.
A 1hora já se transformara em 1h15, o efeito do vinho e da leitura teimavam em fechar meus olhos, cedi ao sono.
Acordo com duas siluetas masculinas no meu quarto, uma ao meu lado e outro aos pés da minha cama. Tremo e quando abro a boca para gritar uma mão forte e quente evita o som, a voz ao meu ouvido sussurra.
- Quietinha Justine, relaxa, hoje te faremos a mulher mais realizada do mundo. Abra as pernas!
- Antonio, me chamo Antonio, vem na minha mente a lembrança dessas palavras, em seguida sinto duas bocas. A de Antonio na minha e a do outro homem na minha buceta.
Com a mão livre, Antonio aperta meus seios, brinca com meus mamilos, explora meu ventre, e insinua seus dedos no meu clitóris. A outra boca explora meus buracos, enfia-se entre minhas pernas, lambe até chegar no cuzinho. O beijo grego, o dedo pressionando meu clitóris e o beijo de Antonio, produziram um gozo agoniado e longo, mordi o lábio dele. Agarrada pelos cabelos, nossas bocas se separam e ele conduz a minha para o seu pau. Lá embaixo o outro lambia meu gozo quente e doce, a cama enxarcada não deixava dúvidas do prazer que senti. Lambi e chupei aquele pau como nunca chupara, devorei cada veia que pulsava, a glande grande bem desenhei com a ponta da minha língua, os baixos gemidos de Antonio me disseram que eu estava no caminho certo. Ele se abaixa e fala no meu ouvido
- Que bela puta eu encontrei, hein Justine? Uma puta sedenta. Vira de quatro para mim, quero foder essa sua bunda linda.
Ainda agarrado ao meu cabelo ele me vira para que eu fique de frente para o outro, que se encontra de pau duro a espera.
- Chupe ele!
Ao mesmo tempo que recebo o outro na minha boca, minha buceta é preenchida, sinto a maciez do pau, na minha gruta bem molhada, me dá uma moleza nos joelhos que faz com que eu me arreie um pouco e o pau saia de dentro de mim, causando um vácuo que é acompanhado de uma palmada forte na minha bunda.
- Cadela ! Enfiando de novo, forte até o fundo, segurando meu quadril para que não se mexesse. O outro gemia fodendo a minha boca. Antonio alternava estocadas fortes e rápidas, com outras mais lentas, quando puxava meus cabelos para que minha cabeça chegasse perto de si para sussurrar coisas em meu ouvido. Gozei 2, 3 ... 5 vezes, perdi as contas e no fim das contas a sensação do prazer que senti não tem conta que resolva.
Me alternei entre os homens, sempre acolhendo seus paus em algum cantinho quente e molhado do meu corpo. E como que sincronizados, ao me deitarem na cama, gozaram sobre meu corpo. Antonio no meu monte de venus, o outro sobre meus peitos.
Arriamo-nos os 3, cada um ao meu lado, Antonio segurou minha mão, a trouxe aos lábios e a beijou. Mandou o outro tomar um banho e ir embora.
Me aconchegou num abraço que durou até a manhã.
Quando acordei estava sozinha na cama, meu cerébro começou a processar uma lembrança, talvez um sonho, um delírio...
Me espreguicei, meu corpo estava deliciosamente dolorido. Olhei ao redor procurando alguma evidência de que não fora somente um sonho com o homem da sex shopp.
- Antonio, me chamo Antonio


hum delirante !!!!!!!!!!! feliz de mais minha diva voltouuuuuuuuuuuu !!!!!!!!!!!!!!!!!! viajei delirei me encorporando no personagem de Antonio.....hum beijoa minha linda e amada diva.
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